O resultado da última eleição municipal de Tracuateua não se deve a aceitação, se deve a rejeição. A rejeição à gestão passada foi O FATOR decisivo do pleito.

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Inocente é aquele que acredita fielmente que a votação do prefeito eleito se deve a aceitação a figura do mesmo, as suas propostas ou a confiança em seu grupo político. Tamariz, longe de ser uma unanimidade, surfou a onda da negação do então prefeito e principal adversário eleitoral, Aluízio Barros. Na época de eleição a prosa era sempre a mesma por onde se andava, “vou votar em Tamariz pra tirar Aluízio”.

Mas porque estou falando de eleições passadas? Quero dizer que se o atual governo não foi abraçado pelos que o elegeram a poucos meses atrás, tampouco será abraçado pelo povo tracuateuense (que inclui os eleitores de outros candidatos, não estou falando de cabo eleitoral, falo do sujeito que não quer diretamente nada em troca pelo voto). Este governo será visto sempre de canto de olho. “Baixar a guarda” da população será uma atividade diária.

Falei em novembro de 2016 no meu perfil do Facebook (Fabrício Monteiro) que estávamos vivendo um pós-eleição atípico, pois ao contrário de outros em que o burburinho era quem seria o secretariado do novo governo, como seria a gestão ou até mesmo como atuaria a câmara municipal, neste pós eleição a conversa principal era (e ainda é) a de quem será o próximo prefeito de Tracuateua; não, não estavam falando desse que viria a assumir meses depois, aos quatro cantos se falava quem seria o prefeito depois do mandato deste. Ué! Como falar de uma eleição que virá a ocorrer daqui a 4 anos sem esse governo sentar na cadeira? Essa preocupação futura é o imagem do que representa para muitos o governo Tamariz, uma gestão intermediária, passageira.

Se a gestão Tamariz Cavalcante é a gestão “pelo menos” (pelo menos não é o Aluízio Barros) eles terão que tirar dez (10) em todos quesitos, nove e meio (9,5) não rola (já dizia Mano Brown). Se fosse uma etapa escolar, estaria em regime de dependência em muitas matérias, e reprovados na disciplina “moral”; fazer tudo o contrário do que se prometera em campanha é falta grave. No entanto (usando a argumentação da própria gestão), ainda é cedo para tirar conclusões, mas eu acrescento dizendo que se é cedo para tirar conclusões já está mais do que na hora de trocar o discurso, o povo está com os ouvidos calejados de tanto ouvir a mesma ladainha “a culpa é da gestão passada” é hora do atual prefeito bater no peito e dizer “a culpa é minha” e a partir do reconhecimento da culpa trabalhar para resolver os problemas.

A capacidade de gerir uma cidade ou Estado não está relacionada a origem, porém, a sensibilidade ao trabalhar para e com uma determinada comunidade, sim; Tamariz não tem e nunca teve a menor sensibilidade aos tracuateuenses, e isso sempre foi muito aberto, nunca falou de política ou sobre a sociedade tracuateuense fora do período eleitoral, pois nunca compartilhou a realidade de ser um Tracuateuense (nem mesmo agora que é prefeito desta cidade) e essa falta de sentir o que um/a de nós sente está lhe faltando, como faltou a outros prefeitos que por aqui passaram.

É certo que esse povo considera esse governo como um governo tampão, no entanto espera que façam sim um bom governo, afinal, desastre maior do que Aluízio ninguém quer ver nesta cidade que tem tudo para oferecer uma melhor qualidade de vida aos seus munícipes, mas que, por incapacidade de gestores, amargamos diversos problemas.

Esse mandato de Tamariz Cavalcante encerra o ciclo de não tracuateuenses ocupando o cargo de prefeito nessa cidade, serão só 4 anos, porém, ainda assim, serão 4 anos.

Fabrício Monteiro

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