Representantes da Polícia Militar e da empresa Bike Registrada se reuniram nesta quarta-feira (4), no quartel do Batalhão de Choque da PM para orientar os policiais sobre o uso do aplicativo gratuito fornecido pela empresa para registrar e monitorar roubos de bicicletas. A iniciativa que veio de Brasília e já soma 875 registros na cidade de Belém faz parte das novas ações da polícia militar para coibir e prevenir roubos tanto na capital quanto no interior do Estado.

Desde o final de abril, a Polícia Militar vem dialogando com grupos ligados ao ciclismo para diminuir o número de roubos de bicicletas, sejam elas as mais caras como as utilizadas pelos esportistas ou as bicicletas comuns utilizadas pela população. A ideia de trazer o aplicativo gratuito surgiu nesta reunião e foi reforçada por um lojista da cidade.
A iniciativa foi bem recebida pelo coronel Sérgio Afonso, chefe do Departamento Geral de Operações da PM. Para ele, a ferramenta gratuita melhorará o trabalho de abordagem e verificação de possíveis casos de roubo de bicicleta. “Nós nos interessamos pela possibilidade de consulta em qualquer local para saber se aquela bicicleta é produto de roubo ou furto. Nós gostamos também da possibilidade de consultarmos o banco de dados do aplicativo. Desta forma a polícia militar está aberta para que possamos fazer este link e divulgar esta iniciativa para a população. É um dispositivo gratuito, de fácil acesso e em caso de confirmação de roubo nós encaminharemos o suspeito para delegacia e chamamos o proprietário”, explica o coronel que também é um ciclista atuante.

Funcionamento - Marcos Samarone, sócio proprietário da empresa, diz que o Pará já é o terceiro estado a aderir oficialmente ao aplicativo com o apoio da Polícia Militar, e vai funcionar da seguinte maneira: a pessoa baixa o aplicativo ou acessa o site (clique aqui), registra o número do chassi da bicicleta que está gravada na parte inferior do quadro ou na nota fiscal. O usuário preenche todas as características para identificar o produto. Em caso de roubo é só acessar o site para fazer o registro e informar o local. A partir daí, caso a polícia ou qualquer pessoa faça a consulta poderá ver que se trata de um produto roubado.

Em todo Brasil, já são mais de 100 mil cadastros e o registro pode ser feito de forma simples. O sistema também conta com uma base de dados complexa sobre os roubos das bicicletas nos Estados. Esta base de dados poderá ser acessada pela Polícia Militar que mapeará as áreas onde ocorreram mais registros e desta forma, construir melhores estratégias para evitar os roubos.

“Nós disponibilizamos para as secretarias de segurança pública ou PM os nossos dados que chamamos de ‘mancha criminal’, ou seja, as áreas de maior incidência detalhando informações como tipos de bicicletas mais roubadas, horários, locais e até mesmo sexo e idade dos usuários”, explica Marcos Samarone.

A soldado Clarice Foro da Silva faz parte da equipe de policiamento ostensivo no Ver-o-Peso, que utiliza a bicicleta em suas rondas. Em média, ela faz dez abordagens por semana e fala como a nova tecnologia ajudará em seu trabalho. “A gente sabe que ocorrem várias situações de roubo e às vezes fica muito difícil de confirmar se a pessoa está com uma bicicleta roubada ou não. É raro alguém ter ou manter uma nota fiscal de bicicleta no bolso para comprovar. O aplicativo foi uma ideia bem inovadora, que nos ajudará nesta confirmação mesmo sem a presença do dono”, relata a Clarice.

Para o lojista Alann Rezende, a tendência é que a população comece a aderir cada vez mais e os criminosos deixem de se interessar pelo roubo de bicicletas. “Essa é uma medida que também visa dificultar tanto o roubo quanto a revenda deste produto. Agora tanto lojistas quanto consumidores podem verificar uma bicicleta de origem duvidosa e saber se ela é produto de um roubo”, declara.

Com relação ao mercado ilegal de bicicletas e peças, principalmente de produtos roubados, o coronel Sérgio Alonso afirmou que a PM já está se articulando para desenvolver diversas ações de fiscalização em feiras e lojas ilegais que comercializam produtos de origem não registrada.

 

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