O seu xixi pode dizer muito de sua saúde. A frequência, por exemplo, varia bastante e é determinada por diversos fatores. A idade, a prática de exercícios (por causa do suor), o diagnóstico de doenças cardiovasculares - que causam maior retenção de água pelo corpo - e a quantidade e o tipo de líquido que você bebe são só algumas das coisas que interferem no número de idas ao banheiro.

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Em média, é comum sentir vontade de fazer xixi de quatro a sete vezes durante o dia, com intervalo de aproximadamente duas horas entre elas. Os episódios à noite também variam: algumas pessoas não sentem vontade de urinar, enquanto outras têm de interromper o sono uma ou duas vezes para ir ao banheiro.

Mais importante do que contar quantas vezes você vai ao banheiro, é ter atenção a alterações abruptas na rotina. Exemplo: você fazia xixi muitas vezes por dia e agora quase não levanta para urinar. Isso pode acontecer porque está bebendo pouco líquido ou devido a algum problema no trato urinário.

Cor e cheiro

Assim como a frequência, as características da urina variam de acordo com o indivíduo e alguns fatores. Se você bebe pouco líquido, por exemplo, a urina tende a ficar bem concentrada. Ou seja, ela sai em pouca quantidade, mais escura e com cheiro forte. Alimentos e medicamentos também podem interferir nas características do xixi.

Mais uma vez, o sinal de alerta surge sempre que há uma mudança repentina, o que serve tanto para a cor quanto para o cheiro. “Se a urina ficar muito escura, tiver sangue ou apresentar um odor muito forte e fétido, pode ser sinal de uma infecção”, diz Carlos Sacomani, urologista e coordenador geral do Departamento de Disfunções Miccionais da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia). Outro indicativo de problema é sentir dor na hora de fazer xixi. Se isso acontecer, procure um médico.

Xixi "escapa"?

Não. A incontinência urinária é uma disfunção que pode gerar desde episódios em que a pessoa molha levemente a roupa íntima até situações que geram constrangimento social. Entre as explicações para o problema, que acontece mais com as mulheres, estão o comprimento da uretra (menor que dos homens), a gravidez e o parto e as mudanças hormonais que ocorrem ao longo da vida.

“A incontinência é mais comum na menopausa, quando há uma queda na produção de estrógenos, hormônios importantes para manter a rigidez das fibras musculares, o que facilita uma mudança de posição da bexiga”, explica o ginecologista Alexander Kopelman, professor do Departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Praticar exercícios físicos regularmente, sem grandes cargas, e evitar o ganho de peso corporal são algumas formas de prevenir a incontinência urinária. Em casos leves, os médicos costumam recomendar o tratamento com fisioterapia pélvica, para fortalecer os músculos da região.

Por que grávidas têm mais vontade de fazer xixi? E os riscos da infecção?

Durante a gestação, os rins ficam sobrecarregados, pois precisam eliminar os líquidos produzidos pela mãe e pelo feto. Além disso, o útero comprime o rim direito e a bexiga, que não consegue se distender tanto. Isso reduz a quantidade de urina que o órgão consegue armazenar.

Uma pesquisa realizada em 2015 pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra que quase 80% das mulheres terão algum episódio de infecção urinária na vida. O problema se manifesta a partir de sintomas como ardência e dor ao fazer xixi, dor na região mais baixa do abdômen, aumento do ritmo para urinar, sangue e odor forte na urina. Mas por que ela é tão comum entre as mulheres?

A resposta está na anatomia do corpo feminino. “A uretra das mulheres é muito curta, bem mais do que a masculina, e próxima ao ânus, o que facilita o acesso de micro-organismos à bexiga, causando a infecção”, diz Kopelman

Mulheres com vida sexual ativa correm mais risco de ter a doença. Motivo: durante o sexo, mesmo com o uso de preservativo, o atrito acaba direcionando as bactérias para a uretra. Mas isso pode ser evitado com uma medida simples. “Após a relação, vá ao banheiro urinar. Assim, você ‘lava’ a uretra, elimina micro-organismos e previne infecções”, orienta o médico ginecologista.

Outras atitudes também ajudam, como aumentar a ingestão de líquidos, manter uma higiene adequada e hábitos saudáveis, não ficar com biquínis e calcinhas molhadas por muito tempo e trocar com frequência o absorvente. Em caso de desconforto ou qualquer sintoma de infecção urinária, procure um especialista e nunca tome medicamentos sem prescrição médica. "Você pode acabar mascarando uma infecção mais grave”, alerta Kopelman.

A Redação com informações do portal UOL

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